No século IV a.C., Aristóteles classificou os seres vivos em grupos com e sem sangue, antecipando conceitos de anatomia comparada. Ele observou órgãos semelhantes entre espécies e lançou as bases da biologia sistemática que usamos até hoje.
Em 1879, Wilhelm Wundt fundou o primeiro laboratório de psicologia em Leipzig, Alemanha. Foi o marco inicial da psicologia como ciência experimental. Ele acreditava que os processos mentais podiam ser estudados com precisão — e estava certo.
Em 1650, Antonie van Leeuwenhoek construiu lentes poderosas e descobriu um universo invisível: protozoários, bactérias e espermatozoides. Foi o início da microbiologia — e tudo começou com um microscópio artesanal.
Sigmund Freud revolucionou a psicologia ao propor que grande parte do nosso comportamento é guiado por desejos inconscientes. Seus conceitos de id, ego e superego ainda influenciam terapias e debates até hoje.
Em 1866, Mendel cruzou ervilhas e percebeu padrões de herança. Sem saber, ele havia descoberto os genes. Ignorado por décadas, seu trabalho virou a base da genética moderna.
John Watson e B.F. Skinner mostraram que o comportamento humano pode ser moldado por estímulos e consequências. Essa abordagem transformou a educação, a publicidade e até o treinamento de animais.
No Egito Antigo, técnicas de embalsamamento usavam plantas e óleos com propriedades antibacterianas. Além de preservar corpos, revelam um conhecimento biológico avançado para a época.
Antes de se tornar ciência, a psicologia era tema de reflexão filosófica. Sócrates, Platão e Aristóteles já discutiam percepção, emoção e cognição — séculos antes dos primeiros experimentos laboratoriais.
Em 1953, James Watson e Francis Crick decifraram a estrutura do DNA: uma dupla hélice que carrega o código da vida. Essa descoberta revolucionou a biologia molecular e abriu caminho para a engenharia genética.