O primeiro despertador mecânico foi criado na Grécia Antiga por Platão. Ele usava um sistema de água que, ao atingir certo nível, liberava ar em um tubo, produzindo um som semelhante a um apito.
Sigmund Freud revolucionou a psicologia ao propor que grande parte do nosso comportamento é guiado por desejos inconscientes. Seus conceitos de id, ego e superego ainda influenciam terapias e debates até hoje.
Os romanos criaram um tipo de concreto tão durável que muitas construções resistem até hoje. Curiosamente, esse concreto se torna mais forte com o tempo em contato com a água do mar.
John Watson e B.F. Skinner mostraram que o comportamento humano pode ser moldado por estímulos e consequências. Essa abordagem transformou a educação, a publicidade e até o treinamento de animais.
A famosa Biblioteca de Alexandria, no Egito, foi uma das maiores coleções de conhecimento da Antiguidade, mas grande parte de seus textos se perdeu em incêndios.
Antes de se tornar ciência, a psicologia era tema de reflexão filosófica. Sócrates, Platão e Aristóteles já discutiam percepção, emoção e cognição — séculos antes dos primeiros experimentos laboratoriais.
Nascida em Domrémy, França, Joana d’Arc alegava ouvir vozes divinas desde a adolescência. Aos 17 anos, fugiu de casa para liderar tropas na Guerra dos Cem Anos. Libertou Orléans, coroou Carlos VII e foi queimada como herege aos 19. Séculos depois, foi canonizada como santa.
Estudos mostram que pacientes podem melhorar apenas por acreditarem que estão sendo tratados. O efeito placebo revela o poder da expectativa e da crença sobre o funcionamento do corpo e da mente.
Muito além da Mona Lisa, Leonardo da Vinci desenhou máquinas voadoras, tanques e pontes retráteis — séculos antes de existirem. Era ambidestro, escrevia espelhado e estudava anatomia em segredo. Um artista, cientista e inventor que viveu à frente de seu tempo.