O ouro é tão maleável que pode ser esticado em folhas tão finas que se tornam quase transparentes. Um grama pode render até 2 km de fio — uma propriedade que surpreende até os químicos mais experientes.
Em 1879, Wilhelm Wundt fundou o primeiro laboratório de psicologia em Leipzig, Alemanha. Foi o marco inicial da psicologia como ciência experimental. Ele acreditava que os processos mentais podiam ser estudados com precisão — e estava certo.
Diamante e grafite são feitos do mesmo elemento: carbono. A diferença está na forma como os átomos se organizam. Um forma a substância mais dura conhecida; o outro, a ponta do seu lápis.
Sigmund Freud revolucionou a psicologia ao propor que grande parte do nosso comportamento é guiado por desejos inconscientes. Seus conceitos de id, ego e superego ainda influenciam terapias e debates até hoje.
Quando Mendeleev criou a tabela periódica, ele deixou espaços vazios para elementos que ainda não haviam sido descobertos. Décadas depois, esses elementos foram encontrados — exatamente onde ele previu.
John Watson e B.F. Skinner mostraram que o comportamento humano pode ser moldado por estímulos e consequências. Essa abordagem transformou a educação, a publicidade e até o treinamento de animais.
As cores do arco-íris são resultado da dispersão da luz branca em gotas de água. Cada cor corresponde a uma faixa de comprimento de onda — e a química explica como essa separação acontece com precisão.
Antes de se tornar ciência, a psicologia era tema de reflexão filosófica. Sócrates, Platão e Aristóteles já discutiam percepção, emoção e cognição — séculos antes dos primeiros experimentos laboratoriais.
Formado poucos minutos após o Big Bang, o hidrogênio compõe cerca de 75% da massa visível do universo. É o combustível das estrelas e também o primeiro elemento da tabela periódica — literalmente o começo de tudo.