Durante séculos, acreditava-se que doenças eram causadas por desequilíbrios nos 'humores' do corpo. A solução? Sangrias — retirada de sangue com lâminas ou sanguessugas. Embora pareça absurdo hoje, era prática comum até o século XIX.
O ouro é tão maleável que pode ser esticado em folhas tão finas que se tornam quase transparentes. Um grama pode render até 2 km de fio — uma propriedade que surpreende até os químicos mais experientes.
Em 1967, o Dr. Christiaan Barnard realizou o primeiro transplante de coração humano na África do Sul. O paciente viveu 18 dias após a cirurgia, e o feito abriu caminho para uma revolução na medicina moderna.
Diamante e grafite são feitos do mesmo elemento: carbono. A diferença está na forma como os átomos se organizam. Um forma a substância mais dura conhecida; o outro, a ponta do seu lápis.
Escrito por volta de 400 a.C., o juramento de Hipócrates é uma promessa ética feita por médicos. Embora tenha sido adaptado ao longo dos séculos, seus princípios de respeito à vida e confidencialidade ainda são seguidos hoje.
Quando Mendeleev criou a tabela periódica, ele deixou espaços vazios para elementos que ainda não haviam sido descobertos. Décadas depois, esses elementos foram encontrados — exatamente onde ele previu.
Marie Curie descobriu o rádio e o polônio, mas não sabia dos perigos da radiação. Seus cadernos de pesquisa ainda são tão radioativos que só podem ser manuseados com proteção especial. Um legado brilhante — e perigoso.
As cores do arco-íris são resultado da dispersão da luz branca em gotas de água. Cada cor corresponde a uma faixa de comprimento de onda — e a química explica como essa separação acontece com precisão.
Em 1796, Edward Jenner criou a primeira vacina da história, usando o vírus da varíola bovina. A doença foi oficialmente erradicada em 1980, graças a campanhas globais de vacinação. Um marco na saúde pública mundial.