Criada pelos sumérios na Mesopotâmia por volta de 3.200 a.C., a escrita cuneiforme usava símbolos gravados em tábuas de argila. Ela foi usada para registrar comércio, leis e mitos.
Dos anos 1920 às sobrancelhas finíssimas de Greta Garbo, passando pelas cheias e arqueadas de Audrey Hepburn nos anos 1950, até as sobrancelhas naturais e expressivas dos anos 2010 — cada década teve seu estilo marcante.
Na Roma Antiga, sobrancelhas bem cuidadas eram sinal de status social. Mulheres usavam carvão e cinzas para escurecer os pelos, enquanto os homens depilavam a região para parecerem mais refinados. A vaidade era levada tão a sério que havia escravos especializados em cuidados estéticos.
Mary Quant, criadora da minissaia nos anos 1960, batizou a peça com o nome de seu carro favorito: o Mini Cooper. A peça virou símbolo da liberdade feminina e da revolução cultural da época.
Napoleão Bonaparte organizou uma caçada com centenas de coelhos para seus oficiais. Mas os animais, em vez de fugir, atacaram em massa. O evento virou uma anedota histórica sobre o líder que não venceu nem os coelhos.
Criado por Levi Strauss em 1873, o jeans foi desenvolvido como roupa resistente para mineradores. Hoje, é uma das peças mais populares do mundo, presente em todos os estilos.
Em 1896, Bridget Driscoll foi a primeira vítima fatal de um acidente automobilístico. O carro ia a apenas 7 km/h, mas a novidade assustou os pedestres. O juiz declarou: 'Espero que isso nunca mais aconteça'.
Antes de Coco Chanel, o preto era associado exclusivamente ao luto. Com o 'little black dress', ela transformou a cor em símbolo de sofisticação, criando um clássico eterno da moda.
Akhenaton foi o faraó que aboliu o politeísmo egípcio e instaurou o culto a um único deus: Aton. Essa revolução religiosa durou pouco, mas deixou marcas profundas. Alguns estudiosos acreditam que ele foi o precursor do monoteísmo moderno.