Estudos mostram que o cérebro toma decisões até 7 segundos antes de você se dar conta delas conscientemente. Isso revela o poder do inconsciente na nossa vida cotidiana.
No século XVII, os saltos altos eram usados por homens da aristocracia europeia como símbolo de status. Só mais tarde foram incorporados ao vestuário feminino, tornando-se ícones de elegância.
Quando uma pessoa acredita que está recebendo um tratamento eficaz — mesmo que seja apenas uma substância neutra — o cérebro pode gerar respostas reais de alívio e melhora física.
Mary Quant, criadora da minissaia nos anos 1960, batizou a peça com o nome de seu carro favorito: o Mini Cooper. A peça virou símbolo da liberdade feminina e da revolução cultural da época.
Empresas usam princípios psicológicos para influenciar decisões de compra. Cores, gatilhos emocionais e linguagem persuasiva são estratégias baseadas em estudos de comportamento humano.
Criada para pilotos da Força Aérea durante a Segunda Guerra Mundial, a jaqueta bomber foi adaptada para o uso civil e virou ícone da moda urbana, especialmente nos anos 90.
O mito de que usamos apenas 10% do cérebro foi desmentido. Na verdade, usamos praticamente todas as regiões cerebrais ao longo do dia, mesmo que em intensidades diferentes.
O primeiro desfile de moda registrado ocorreu em 1903, dentro da loja de departamento Ehrich Brothers, em Nova York. A ideia era mostrar roupas em movimento, algo revolucionário para a época.
A psicologia das cores mostra que tons de azul têm efeito calmante. Por isso, são usados em hospitais, escritórios e ambientes terapêuticos para promover tranquilidade.