No século IV a.C., Aristóteles classificou os seres vivos em grupos com e sem sangue, antecipando conceitos de anatomia comparada. Ele observou órgãos semelhantes entre espécies e lançou as bases da biologia sistemática que usamos até hoje.
A famosa Biblioteca de Alexandria, no Egito, foi uma das maiores coleções de conhecimento da Antiguidade, mas grande parte de seus textos se perdeu em incêndios.
Em 1650, Antonie van Leeuwenhoek construiu lentes poderosas e descobriu um universo invisível: protozoários, bactérias e espermatozoides. Foi o início da microbiologia — e tudo começou com um microscópio artesanal.
Nascida em Domrémy, França, Joana d’Arc alegava ouvir vozes divinas desde a adolescência. Aos 17 anos, fugiu de casa para liderar tropas na Guerra dos Cem Anos. Libertou Orléans, coroou Carlos VII e foi queimada como herege aos 19. Séculos depois, foi canonizada como santa.
Em 1866, Mendel cruzou ervilhas e percebeu padrões de herança. Sem saber, ele havia descoberto os genes. Ignorado por décadas, seu trabalho virou a base da genética moderna.
Muito além da Mona Lisa, Leonardo da Vinci desenhou máquinas voadoras, tanques e pontes retráteis — séculos antes de existirem. Era ambidestro, escrevia espelhado e estudava anatomia em segredo. Um artista, cientista e inventor que viveu à frente de seu tempo.
No Egito Antigo, técnicas de embalsamamento usavam plantas e óleos com propriedades antibacterianas. Além de preservar corpos, revelam um conhecimento biológico avançado para a época.
Inventor da corrente alternada, Tesla sonhava em transmitir energia sem fios. Criou a bobina que leva seu nome e previu tecnologias como o Wi-Fi. Morreu sozinho e pobre, apesar de ter mudado o mundo com suas ideias.
Em 1953, James Watson e Francis Crick decifraram a estrutura do DNA: uma dupla hélice que carrega o código da vida. Essa descoberta revolucionou a biologia molecular e abriu caminho para a engenharia genética.