Antes da química moderna, alquimistas tentavam transformar metais em ouro e descobrir o elixir da vida. Embora não tenham conseguido, suas experiências abriram caminho para os métodos científicos que usamos hoje.
A maior parte do fio é formada por queratina, uma proteína resistente. Cerca de 20% é água, e os 10% restantes incluem lipídios, minerais como ferro e zinco, e outros compostos em pequenas quantidades.
O ouro é tão maleável que pode ser esticado em folhas tão finas que se tornam quase transparentes. Um grama pode render até 2 km de fio — uma propriedade que surpreende até os químicos mais experientes.
Diamante e grafite são feitos do mesmo elemento: carbono. A diferença está na forma como os átomos se organizam. Um forma a substância mais dura conhecida; o outro, a ponta do seu lápis.
Quando Mendeleev criou a tabela periódica, ele deixou espaços vazios para elementos que ainda não haviam sido descobertos. Décadas depois, esses elementos foram encontrados — exatamente onde ele previu.
As cores do arco-íris são resultado da dispersão da luz branca em gotas de água. Cada cor corresponde a uma faixa de comprimento de onda — e a química explica como essa separação acontece com precisão.
Formado poucos minutos após o Big Bang, o hidrogênio compõe cerca de 75% da massa visível do universo. É o combustível das estrelas e também o primeiro elemento da tabela periódica — literalmente o começo de tudo.
O hélio é um recurso não renovável extraído de reservas subterrâneas. Usado em balões, ressonâncias magnéticas e até em foguetes, está se tornando cada vez mais escasso — e cientistas buscam alternativas antes que ele literalmente escape para o espaço.
Descoberto por acaso no século XVII ao tentar transformar urina em ouro, o fósforo branco brilha no escuro e é altamente reativo. Seu nome vem do grego 'phosphoros', que significa 'portador da luz'.