Mulheres com uma mutação genética chamada tetracromacia possuem quatro tipos de cones nos olhos, permitindo que enxerguem até 100 milhões de cores — muito além do espectro visível para a maioria das pessoas.
Cerca de 40% a 50% do material genético presente em nosso corpo não corresponde a nenhum organismo conhecido — nem planta, animal, fungo ou bactéria. Os cientistas chamam isso de 'matéria escura biológica'.
Após a última era glacial, os guepardos passaram por um gargalo genético tão severo que os indivíduos atuais são quase idênticos geneticamente. Isso os torna vulneráveis a doenças e limita sua diversidade reprodutiva.
Todos os humanos com olhos azuis compartilham um único ancestral que teve uma mutação genética entre 6.000 e 10.000 anos atrás. Antes disso, todos tinham olhos castanhos.
Apesar de termos bilhões de pares de bases no DNA, apenas cerca de 1 a 2% realmente codificam proteínas. O restante inclui regiões reguladoras, sequências repetitivas e DNA ainda não compreendido totalmente.
Uma espécie de mosca-das-frutas foi mantida em completa escuridão por 57 anos — cerca de 1.400 gerações. Elas desenvolveram alterações genéticas que favoreciam a sobrevivência nesse ambiente.
A família Fugate, do Kentucky, ficou conhecida por ter pele azul devido à metemoglobinemia, uma condição genética rara agravada por gerações de endogamia.